quarta-feira, 18 de junho de 2014
O Brasil e a piada de bom gosto
Todo ser humano em sã consciência sente prazer em se divertir.A diversão é algo que flui como um refúgio e ninguém se segura se houver uma bela piada contada por alguém vocacionado para tal.Pois é,partindo desse pressuposto surge uma indagação:Como levar a sério uma boa piada?Ninguém se contém nestas circunstâncias.Ora,se isso acontece aprofundo e amplio a reflexão:Como levar a sério um país que é uma piada?Por mais amor que tenhamos pela pátria amada ultimamente não é impossível tendo em vista seu histórica de corrupção e manipulações nos mais variados seguimento e instituições da sociedade.Muita gente se escandalizou com a descoberta da máfia do mensalão,todavia o buraco é mais em baixo pois isso é esmola ante a máfia do Nióbio que é vendida a preço ínfimo para empresários estrangeiros que financiam as macro campanhas eleitorais para o Executivo Nacional.Para quem não sabe o mineral supracitado é encontrado na região de Araxá em Minas Gerais e é utilizado para fazer jato supersônico.Pois bem,vale lembrar também que 98% da reserva mundial está por lá.O mundo inteiro depende disso e se fosse bem gerido poderia até servir de paradigma para o mercado externo e a economia planetária.Já pensou em vez de dólar os países atrelados e paradigmatizados ao nosso mineral.O dinheiro que se perde é um dos motivos que não nos permite a tornarmos uma potência global.Evidente que outras formas de política deveriam ser implantadas aqui haja vista que da maneira que está não pode continuar.Precisamos de um povo sério,de líderes sérios e sobretudo de uma nação forte.Assim sendo,como levar este país a sério?Estamos sendo personagens de uma grande piada nas mãos daqueles que nos comandam.Como levar certas coisas com seriedade???Fazem o que querem com nosso urânio,com o petróleo uma energia química que alavancaria-nos com relevância.Agora,chegando ao mensalão e a impunidade...Sem comentários pois a impunidade não nos permite dormir em berço esplêndido.Os gastos públicos com salários,assessores e manutenção é outra piada!O pior de tudo é que foi criado uma estrutura tão forte nesta democracia que não os permite sair do poder indubitavelmente.Que piada!!!
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Astrônomos descobrem 1.º exoplaneta habitável semelhante à Terra
Batizado de Kepler-186f, ele orbita
estrela anã vermelha menos quente que o Sol, em zona onde pode haver água em
estado líquido
17 de abril de 2014 | 16h 32
WASHINGTON - Cientistas anunciaram a
descoberta do primeiro planeta fora do sistema solar de um tamanho similar ao
da Terra e onde pode haver água em estado líquido em sua superfície, o que o
faria ser habitável. A novidade reafirma a probabilidade de que haja planetas
irmãos à Terra na nossa galáxia, a Via Láctea. O trabalho, conduzido por um
cientista da agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, foi publicado nesta
quinta-feira, 17, na revista científica Science.

REUTERS/NASA
O planeta
recém-descoberto
"É o primeiro exoplaneta (planeta
que orbita uma estrela que não seja o Sol) do tamanho da Terra
encontrado na zona habitável de outra estrela", explicou Elisa Quintana,
astrônoma do centro de investigação da Nasa, que liderou as investigações.
"A descoberta é algo particularmente interessante porque o planeta,
batizado de Kepler-186f, orbita uma estrela anã vermelha (a Kelper-186), menos
quente que o Sol, em uma zona onde pode haver água líquida.
"
De acordo com os cientistas, o planeta recém-descoberto tem 1,1 vez o
tamanho da Terra, está na quinta posição contada a partir de seu sol e precisa
de 129,9 dias terrestres para dar uma volta de torno de sua estrela - o que
equivale a um ano.
Já a estrela anã possui aproximadamente metade do diâmetro do Sol
terrestre e fica a 490 anos-luz da Terra. Essa zona é considerada habitável
porque a vida, tal como conhecemos, tem possibilidade de se desenvolver no
local, segundo os cientistas.
Para Fred Adams, professor de Física e Astronomia da Universidade de
Michigan, "se trata de um passo importante na busca por um exoplaneta
idêntico à Terra."
domingo, 19 de janeiro de 2014
Quase pleno emprego? O que está por trás das estatísticas ultra-manipuladas do IBGE?(pco.org.br)
Quase pleno emprego?
O que está por trás das estatísticas ultra-manipuladas do IBGE?
Comparando esses dados com os de 2012 teria até havido queda do desemprego.
Considera-se ocupado o trabalhador que fez um trabalho remunerado de pelo menos uma hora por semana. E desempregado quem, nos últimos 30 dias antes da entrevista, procurou emprego e não conseguiu.
No Brasil, a realidade está muito longe do pleno emprego. Segundo o censo o IBGE de 2010, mais de 115 milhões de brasileiros, quase 60% da população brasileira (32,2 milhões de um total de 54 milhões dos domicílios ocupados), vive com menos de um salário mínimo de renda mensal per capita. Em torno de 50 milhões de pessoas (15,8 milhões de domicílios) vivem com até meio-salário mínimo de renda mensal. 16,2 milhões de pessoas vivem com menos de R$ 70 por mês e quase cinco milhões de pessoas não têm renda alguma. O total de domicílios classificados como sem rendimento foi de 2,4 milhões. 132 mil famílias são chefiadas por crianças de 10 a 14 anos.
As disparidades entre regiões e estados brasileiros são gritantes: no nordeste, 51% da população vive com até meio salário mínimo, ao contrário da região sudeste onde é de apenas 18%. Outra desigualdade está entre homens e mulheres, pois as mulheres são em média mais pobres que os homens. O grupo que ganha de um a dois salários mínimos representa 22,5% da população. Outros 15,8% ganham a partir de dois salários mínimos. Apenas 1% da população ganha acima de 20 salários e 2% ganha entre 10 e 20 salários.
O desemprego real no Brasil é superior a 30% da força de trabalho
A população total do Brasil é de aproximadamente 195 milhões de pessoas segundo o IBGE. A população economicamente ativa está estimada em aproximadamente 103 milhões de pessoas, apesar de, na realidade, o número de pessoas em idade ativa, entre 14 e 65 anos, somar em torno a 128 milhões.
Existem por volta de 11,5 milhões de pessoas não incorporadas ao mercado de trabalho: a população carcerária (500.000 pessoas, recorde mundial em crescimento), os incapacitados para o trabalho (em torno de 7 milhões) e os dependentes nas famílias com rendimentos acima de 20 salários mínimos (estimamos em quatro milhões de pessoas, considerando dois dependentes para cada uma das dois milhões de pessoas que recebem essa remuneração). Considerando ainda que existem aproximadamente 3 milhões de pessoas que estão na faixa de 10 a 14 anos e entre 65 e 70 anos que estão trabalhando, concluímos que aproximadamente 119,5 milhões de pessoas compõem a PEA real, 16,5 milhões de pessoas a mais que os números oficiais apresentam.
Portanto, o desemprego no Brasil é superior a 20% (24,5 milhões de pessoas), muito longe do pleno emprego da propaganda burguesa. Se ainda considerarmos que entre os trabalhadores considerados “empregados” são contabilizados mais de 4 milhões de trabalhadores domésticos sem carteira assinada, 6 milhões em “ocupações não remuneradas”, 3 milhões em consumo próprio e 200 mil em construção própria, a taxa de desemprego sobe para 30%.
Os trabalhadores com carteira assinada somam pouco mais de 43 milhões (37,5% do total), dos quais 10,5 milhões são terceirizados de acordo com pesquisa setorial divulgada pelo Sindeprestem e pela Asserttem. Os trabalhadores temporários aumentam a todo vapor conforme a crise capitalista se aprofunda.
No Brasil, está colocada disparada do desemprego e da inflação devido ao crescente contágio da crise capitalista mundial.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
A Teoria Histórico Cultural de Vigotski e a importância do contexto social na formação dos indivíduos
Segundo a teoria marxista postulada por
Vygotsky alguns fatores foram decisivos para a determinação da atividade
consciente do homem. A primeira se refere ao trabalho social e a divisão
composta que dá origem as novas formas de comportamentos, o modo de produção e
as relações mantidas na produção e que
proporciona o modo de ser do indivíduo.
O segundo fator que possibilita ao homem
tornar-se homem através da sua atividade consciente se refere ao aparecimento
da linguagem. É nas relações mantidas no decorrer do trabalho social que surge
no indivíduo uma necessidade de comunicação que com o tempo vai se evoluindo tornando-se
um sistema de códigos imprescindível para o desenvolvimento da atividade
consciente do homem.
O pensamento de Vygotsky tem matriz
marxista como foi supracitado, assim sendo,sabemos que o homem é um resultado
sócio-histórico.O meio contribui fortemente em sua formação e se esse processo
for bem conduzido possibilitará ótimos resultados individuais e
conseqüentemente sociais.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Um olhar futurístico da educação.Uma epístola ao amigo prof.Daniel
Caro Daniel,
Você concorda???
Haverá um dia em que constatarão que as
4 paredes da sala de aula são desnecessárias ao processo de
aprendizado.Sim,aprendizado,pois não há ensino mas somente aprendizado.Àquele
que quer aprender ninguém segura:é água morro abaixo e fogo morro acima.
Mais que isso,observarão que esse
sistema são tripalios,isto é,instrumentos torturadores,opressores do intelecto
e supressores de toda criatividade autêntica.No aprendizado o prazer e a
felicidade devem caminhar de mãos dadas para que o melhor de cada um se
sobressaia.Com a felicidade na educação há a possibilidade das diferenças
fazerem a diferença;do verbo se fazer carne e se substanciar no social.Assim,sairemos
de um sistema competitivo e concorrencial para se obter o melhor aluno,a melhor
escola ou o melhor professor;neste raciocínio todos serão gerados com grande
qualidade partindo da esfera micro para a macro.
Haverá um dia,meu caro,que os
estudantes serão regulados e observados não pelas chatices das decorebas mas
pelas habilidades vocacionais que proporcionam a liberdade no aprender adornada
de felicidade,pois até as leituras serão prazerosas.As habilidades serão
aperfeiçoadas por intermédio do educador que poderá abstrair o que há de melhor no espaço educacional e não
escolar tradicional.
Pensar dessa forma é pensar de modo
desigual a massa. Pensar assim é assassinar todo entorpecimento racional que
hoje é impregnado. É enxergar com os olhos futuristas de um artista,com o olhar
espantado de um filósofo é viver diferentemente do que é hoje,um meio enfadonho
que quantifica e quase nada qualifica.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS
O trabalho
pelo advento do respeito aos direitos humanos e da paz se concretiza numa ação
educativa permanente e prática sobre os próprios gestores do processo
pedagógico.
Educar
para os direitos humanos quer dizer educar para saber que existem também
“os outros”, tão legítimos quanto nós, seres sociais como nós, a quem devemos
respeitar, despojando-nos de nossos preconceitos e projeções de nossos próprios
fantasmas etc.
Educar
para os direitos humanos quer dizer aceitar a pluralidade cultural e, ao
mesmo tempo, educar na identidade, na semelhança fundamental que nos transforma
a todos os irmãos. Quer dizer convencer-se de que o ser humano necessita da
interação humana para desabrochar. Implica convencer-se de que tal educação não
pode ser ministrada setorialmente ou a alguns grupos. A educação autêntica
deverá ser integral em sua visão e global em seu método.
Educar
para os direitos humanos é assumir o primeiro direito fundamental, sem o
qual os outros não tem sentido, é o de ser pessoa. A educação levará a pessoa a
ser, superando as concepções de comportamento ligadas ao ter e poder, e
estabelecendo condutas que garantam aqueles direitos e deveres em virtude dos
quais todo ser humano possa crescer e4m humanidade, ser mais, inclusive sem Ter
mais.
Todo
ser humano se converte em educador que promove os direitos humanos quando tem
clareza crítica e equilibrado tato ao questionar costumes e comportamentos
pessoais e coletivos baseados na autodefesa frente aos demais, substituindo-os
com a atitude de respeito, responsabilidade e colaboração. Se conseguirmos
promover essas coisas estamos construindo este modelo educacional, que
convenhamos é digno de concordância e busca constante.
Uma crítica ao pensamento de Denise Fonseca dos Santos Curia
Sabendo que a leitura é
ingrediente imprescindível na formação de um sujeito crítico, é chegada a hora
de mudanças nas práticas literárias escolares. As crianças, muitas vezes, não
trazem esta cultura de suas casas, então a tarefa de formação do leitor é
compromisso da escola, do professor. Mas o professor, não pode ser qualquer
professor. Ele precisa ser um leitor apaixonado, essas são as palavras
(sinteticamente) da professora Denise Fonseca dos Santos Curia.
Sinceramente, discordo de seu
pensamento, sobretudo quando ela atribui toda a responsabilidade da formação de
um indivíduo leitor para o professor. Ao discordar não anelo abster-me da função,
todavia, acredito que a família tem parte nesse processo e se ambos atuarem
juntos as coisas se torna menos complicadas.
Vale ressaltar também que a
religião poderia participar desse processo, contudo, não transferindo totalmente.
Subjetivamente, portanto, ainda que as religiões nas suas sedes freqüentadas por
cada família viessem a ajudar a responsabilidade maior seria dos pais e
responsáveis e da escola com professores apaixonados pela leitura.
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